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Archive for the ‘Uncategorized’ Category

Por: Flávio Demarchi

Você sabia que hoje, 22 de setembro, é o dia mundial sem carro? Pois é, pouca gente sabia. Pena que uma campanha como essa não gera a mídia expontânea suficiente para as pessoas deixarem o carro em casa.

Leia mais aqui.

Sou 100% a favor da campanha. Inclusive, sou daqueles que tira o carro da garagem uma ou duas vezes por semana, no máximo. Mas imagine o que aconteceria se 50% das pessoas, de uma hora para outra, deixasse de usar o carro em uma cidade como São Paulo. Imagine milhões de pessoas a mais tentando pegar um ônibus ou metrô, hordas de engravatados caminhando a av. Rebouças acima, diretores de empresas praticando surfe ferroviário, motoboys reclamando de ciclistas que não respeitam as leis de trânsito, donas de casa dependuradas na porta dos ônibus segurando a sacola de frutas, etc.

Até a cidade ter um sistema de transportes aceitável (dizem que levaria no mínimo 10 anos), a única saída é trabalhar em casa. : ]

Ou conviver com o caos.

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Foca, amigo!

Por: Flávio Demarchi

Meu sócio Franco Rosário me passou este artigo da Fernando Romano no blue bus.

Dois trechinho: “Assim como eu, uma massa de pessoas está cada vez mais acostumada a não ter horários definidos para nada, a linha entre cada uma das atividades que fazemos não existe mais”

Nao existe mais 9-5, nao existe mais ‘hora de comer’ e, pra quem trabalha em empresas globais – eu garanto – a ‘hora de dormir’ também foi sacrificada”

O tema do artigo da Romano é outro, mais relacionado à mídia e ao Google. Mas sobre o hábito de se perder referências de horário, pessoalmente, acredito ser extremamente pernicioso. Concordo que fazer duas coisas ao mesmo tempo é necessário às vezes. Claro que já trabalhei almoçando, quando foi preciso. Já tive inclusive que trabalhar enquanto recebia visitas em casa e cuidava da minha sobrinha, tudo ao mesmo tempo! Mas considero a falta de divisão entre trabalho e outras atividades a maior armadilha do Home Office. Sem a divisão física entre ambiente pessoal e profissional, o trabalho pode acabar permeando a sua vida por completo, se não tiver o mínimo de método. Se ambiente é o mesmo, que o horário seja diferente.

Entendo que em muitas empresas exista uma competição saudável (ou não) entre funcionários que gostam de se mostrar mais eficientes e acabam confundindo profissionalismo com hora extra. Por razões diferentes, o mesmo pode acontecer em Home Office.

“”… a “hora de dormir” também foi sacrificada.””

Quem sabe depois do sleep learning também não inventam o sleep working. Seria o sonho de muitos chefes, com o perdão do trocadilho.

Esse japonesinho com certeza vai ser um grande interessado quando crescer:

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Por: Flávio Demarchi

Quem nunca teve vontade de dar uma dormidinha no trabalho? É talvez a situação mais constrangedora possível em um escritório. Você quer ficar acordado, mas aquele sono que vai tomando conta de você, a vista fica escura, você tenta se segurar no mouse (que vai junto e ainda leva seu note), se entope de café ruim, mas não adianta. Você precisa dormir:

Dizem que uma soneca de 20 minutos, não mais, é o suficiente para você descansar sem entrar em sono profundo. Se eu fosse o chefe desse cara do vídeo eu mandava ele dormir no sofá. Daria na mesma, não? Ele está sem condições de trabalhar, mesmo. Pelo menos você salva a produtividade do resto do dia.

Claro que em casa você pode aproveitar a hora do almoço e dar uma dormidinha, mas se é um daqueles dias que você não pode se dar ao luxo, pode tentar algo mais nerd:

Que tal andar por aí com o computador a tira-colo? O Hip Office te ajuda a levar o trabalho para onde for. Duvido que você durma andando.

Duvido que trabalhe também, mas você pode tentar. : ]

Talvez usar o Hip Office seja vergonhoso. Mas cair da cadeira de sono é pior, não?

Aliás, nota à parte, quem anda com a perna tão afastada assim como na foto? E o braço reto? O cara deve estar dançando.

Veja o site do fabricante. Outras imagens peculiares te esperam.

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Por: Flávio Demarchi

Você nasceu para ser dono ou empregado? Trabalhando da sua própria casa, mesmo sendo empregado, você acaba se comportando como dono, e uma maneira ou de outra. Mas é sempre bom saber das alternativas.

Veja o vídeo abaixo que encontrei na globo.com:

Algumas boas dicas do vídeo:

– Ao abrir um negócio, procurar um sócio que não seja muito parecido com você (para não cometer os mesmos erros).

– Abrir a sua empresa motivado por uma oportunidade, não por uma situação passageira ou desconforto em especial.

– Ao ser dono, prepare-se para a instabilidade e para os riscos: tenha mais dinheiro que o mínimo necessário para abrir o negócio. Imprevistos acontecem.

Algumas críticas:

– Tenho sérias dúvidas se é realmente uma questão de vocação ser empregado ou dono.

– Dizer que empregados gostam de trabalhar em equipe e donos não, é uma generalização antiquada.

– Dizer que donos não gostam de ouvir palpites é uma semi-verdade. Os bons donos não só gostam, como sabem estimular seus empregados, fornecedores e clientes e darem sugestões e incluí-los nas soluções.

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Por: Flávio Demarchi

Se a idéia de Home Office te agrada, que tal um Park Office?

Pois é exatamente o que uma empresa de turisto fez ao lançar um escritório no meio de um parque em Londres. Por até duas horas, qualquer um pode dar uma passada lá, ocupar uma escrivaninha e aproveitar a rede wi-fi de 11mbps.

Encontramos esta notícia aqui, no site do Update or die.

Eu gostaria sinceramente de ver a iniciativa implantada em São Paulo. Com o pequeno porém que, além das escrivaninhas e wi-fi, a empresa ia precisar de segurança reforçada! Ou você abre o seu laptop sem medo em pleno parque?

Mas estou torcendo para que alguém tenha a brilhante idéia de trazer isso pro Brasil. Além de parques, poderiam fazer escritórios em lugares alternativos, como praças, de frente pra praia, zoológico (!?), museus….

Por outro lado, ninguém merece trabalhar vendo os outros se divertindo………………… de frente pra praia então, pra mim seria impossível!

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Quer mostrar no seu trabalho que você está cansado do trânsito? Então use um dos wallpapers da campanha Chega de Trânsito!

Clicando em uma das imagens você será direcionado a uma página do Flickr. Em seguida, você precisa clicar na lupa logo acima da imagem para vê-la em tamanho maior. Quando abrir, clique com o botão direito em cima da foto e escolha “Definir como papel de parede…”. Pronto! Com isso você já estará participando da campanha e ajudando a desentupir o trânsito de nossas cidades!

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Apag@o

Pro: Flávio Demarchi

Você ficou sem internet hoje? Eu fiquei. Para quem não sabe, a Telefonica enfrentou “pobremas ténicos” que deixaram meio estado de São Paulo no escuro.

E aí? Como fica trabalhar em casa sem internet?

Confesso que foi difícil. Fiquei feito barata tonta, sem saber o que fazer até ficar por dentro do que se passava. Todos as Lan Houses aqui por perto tinham acesso speedy e também enfrentavam problemas. Resultado: usei meu tempo para agilizar trabalhos offline, arrumei meu escritório (leia-se, escrivaninha), fui a uma reunião cara-a-cara (uma coisa, assim, meio século XX) e resolvi o que podia por telefone. Se fosse realmente essencial, eu poderia correr a cidade atrás de uma Lan House que funcionasse, mas não foi necessário. Fico imaginando qual seria a diferença se eu trabalhasse em um escritório. Eu sairia de casa, enfrentaria o trânsito, chegaria no escritório para descobrir que precisaria procurar uma Lan House. Sairia novamente, pegaria trânsito e não conseguiria acesso de qualquer maneira. Só o tempo extra que perderia no trânsito já seria suficiente para acabar com o meu dia. Ou seja, seria pior ainda.

Mas como evitar o problema? Sendo que, aparentemente, nenhum provedor é muito mais confiável que outro, a solução é ter duas conexões. Uma principal e outra de reserva, mais barata, de outra operadora. Claro que é um custo a mais, mas se a internet é essencial para o seu trabalho, 49,90 reais a mais por mês não é um preço caro a se pagar.

Pra quem ficou no prejuízo, resta buscar os seus direitos.

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